DIGITEC






MENDES
Apelido que primitivamente foi patronímico de Mendo, pelo que há muitas famílias do mesmo nome, mas de origem diversa. Alguns Mendes trazem por armas: Partido: o primeiro de vermelho, com um braço armado de prata, movente de partição, empunhando uma espada do mesmo guarnecida de ouro, com a ponta para baixo, enfiando um broquel do mesmo; o segundo de ouro, pleno. Timbre: o braço do escudo, coma espada levantada. Outros usam as seguintes armas: Cortado: o primeiro de azul, com um muro ameiado flanqueado de duas torres de duas torres de prata, laurado e aberto de negro; o segundo partido: o primeiro de vermelho, com um a cabeça de mouro cortada de vermelho e fotada de prata e de azul, o segundo de vermelho, com três lanças de prata, hasteados de ouro, com os ferros para cima, postas 2 e 1. Timbre: a cabeça de mouro do escudo. Estas armas são as que foram concedidas as Manuel Mendes com o apelido de Tânger, mal descritas. Assim se passaram várias cartas de brasão, atribuindo-as ao apelido Mendes. Rui Mendes, cônsul em Antuérpia em 1566, parece que usava as armas abaixo descritas, que se vêem no selo com que firmou em 7 de Agosto do referido ano uma sua carta dirigida a Pedro de Alcáçova Carneiro, mas ainda que as armas fossem suas próprias, não se pode afirmar que representam o apelido Mendes, embora Braamcamp Freira assim o tenha julgado